quarta-feira, 8 de agosto de 2018

Ciente empático

Quando você diz ao outro, eu imagino...
Saiba que imaginar não é correlato de sentir.
TH Casciano de Almeida Lopes

Outro Eu

Na busca do outro o encontro é comigo mesmo.

TH Casciano de Almeida Lopes

Somos como um cubo mágico...

Algumas situações e imprevistos nos desconfiguram, mudam certezas de lugar e nos enchem de questionamentos...
Nos sentimos perdidos e incompletos muitas vezes.
Mas...
Precisamos entender que todas as cores continuam presentes, talvez fora da nossa ordem, talvez leve um tempo para nos ajustarmos, no entanto, estamos sim completos e para que todas as peças voltem a ficar em harmonia, precisamos de calma, peça fundamental no cubo mágico da vida.

TH Casciano de Almeida Lopes

Não confundam suas causas

Defender a não extinção da onça pintada
não quer dizer que você quer ganhar uma de presente.

TH Casciano de Almeida Lopes 

Estejam prontos

Há línguas que saem de pijama da cama
e passam uma vida sem estarem prontas pra ela.

TH Casciano de Almeida Lopes

A formação se faz na vivência

Quando um diploma vem acompanhado de conhecimento nas posturas diárias do formado, com eficácia do saber, é algo cativante...
Do contrário é lamentável.

Metre Reiki Usui e Tibetano/Elemental Casciano de Almeida Lopes

Luz

Ideias e ideais sublimes fazem parte dos que querem iluminação e evolução...
Os que já conseguiram [se foram] ou pensam que já [pretensos], não compartilham desses pensamentos.

TH Casciano de Almeida Lopes

Carma

Pensamos que tocar no carma de alguém é apenas nos envolver nos seus rolos cármicos...
Quando nos molhamos na chuva alheia, independente da intenção, também há toque cármico...
Talvez não haja toalhas para secar dois corpos e a gripe não distinguirá quem provocou as águas de quem escolheu se molhar.

TH Casciano de Almeida Lopes

Das imoralidades

Imoral é supor que detém a verdade absoluta.
Imoral é a arte do convencimento acima da do reconhecimento.
Imoral é sentir-se melhor que o outro e não reconhecê-lo como igual no direito.
Imoral é cobrir-se de hipocrisia para apontar vergonha no outro...
Deixe-me te dizer algo...
A vergonha do planeta da raça humana é a imoralidade destas posturas.


TH Casciano de Almeida Lopes

Em busca da coerência


Não há cura enquanto houver teimosia na repetição de padrões negativos.
Se os replicarmos em cadeia, seremos seus prisioneiros.
Os ouvidos, por exemplo, são compartimentos sensíveis e tantas são as vezes em que são agredidos...
A questão, é que geralmente quando somos receptores, uma palavra desafinada foi agressão, mas quando somos emissores do desafinado discurso, foi apenas uma palavra e o direito de dizê-la.
Palavra...
Veículo do ego, que se adoentado, adoecerá o ouvinte.
Não é curada a postura de agredir outras pessoas se fizermos disso uma rotina padrão, porque compreendemos que a fala, como o vento, faz curva.
Doar e receber... Mão dupla na avenida da gentileza.
Padrões são bons, curados e leves, como devem ser o discurso e o silêncio, a fala e a ação.
Coerência.

TH Casciano de Almeida Lopes

Se um cão fosse seu professor, você aprenderia coisas como:


* Quando teus entes queridos chegarem em casa, sempre corra para cumprimentá-los;
* Nunca deixe passar uma oportunidade de ir passear;
* Permita a experiência do ar fresco e do vento;
* Corra, salte e brinque diariamente;
* Melhore a sua atenção e deixe as pessoas te tocarem;
* Evite "morder" quando apenas um "rosnado" seria suficiente;
* Em dias quentes, deite-se de costas sobre a grama;
E nunca se esqueça: " Quando alguém tiver um mal dia, fique em silêncio, sente-se próximo e suavemente faça-o sentir que está aí...

Via Inspire
Direitos dos Animais

segunda-feira, 27 de março de 2017

segunda-feira, 20 de março de 2017

Em dois atos

A águia vive em média 70 anos, por volta de seus 40 anos a sobrevivência fica comprometida e carente de uma importante decisão: suas unhas grandes e flexíveis dificultam a busca por suas presas; o bico frágil, alongado e pontiagudo se curva e colabora para o caos; suas asas tornam-se pesadas pela espessura das penas envelhecidas e o plano de voo torna-se complicado.
Com duas opções: morrer ou enfrentar 150 dolorosos dias de renovação...
Parte para o alto de uma montanha, e para fugir de seus predadores constrói seu ninho ao lado de um paredão, sabendo que para retornar terá que desempenhar um belo voo.
Corajosamente dá início ao seu processo de renovo, enfrentando bravamente a dor...
Começa a bater com seu bico no paredão até que o arranque e pacientemente espera pelo nascimento de um novinho, com ele começa a arrancar suas unhas uma a uma para que as novas e precisas garras nasçam, só então com elas... depena-se e livra-se do peso das ultrapassadas para que venham as novas penas e coloquem fim ao isolamento.
Após 5 meses retorna renovada para seu segundo tempo, num voo de renovo e superação.

Autor desconhecido
Adaptação Casciano Lopes

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Primeiro passo

Aceitar-se como humano, passível de erros, impurezas e "pecados" torna o fardo de viver mais leve e o caminho para o aprimoramento mais suave. A carga que nos é imposta pela sociedade, pelas religiões, pelos padrões que vivemos, geram os traumas, as culpas, as cargas excessivas que ao invés de nos encaminhar para o crescimento pessoal nos atola na areia movediça do remorso, da angústia e da depressão. Perdoar-se é o primeiro passo para buscar um perdão superior.

Mauro Gouvêa


Faz parte da cura


domingo, 13 de novembro de 2016

Divulguem-nos


Sem chance

Se você vê tudo pequeno, se gosta da expressão 'mundinho', se alia as tuas energias apenas ao dispendioso trabalho desta vida, se une tua força ao mortal corpo como único e falível... Teu Ser será pequeno, do tamanho de tuas crenças e a possibilidade de fazer algo grande é nula.

TH Casciano de Almeida Lopes

Tirem uns minutinhos para ler essa entrevista.

ENTREVISTA COM UM MÉDICO TIBETANO: LAMA TULKU LOBSANG RINPOCHE

"Sou uma pessoa normal, penso o tempo todo. Mas tenho a mente treinada. Isso quer dizer que não sigo meus pensamentos. Eles vêm, mas não afetam nem minha mente, nem meu coração."


Quando um paciente chega para consulta, como o senhor sabe qual o problema?
R – Olhando como ele se move, sua postura, seu olhar. Não é necessário que fale nem explique o que se passa. Um doutor de medicina tibetana experiente sabe do que sofre o paciente a 10 m de distância.

Mas o senhor também verifica seus pulsos.
R – Assim obtenho a informação que necessito sobre a saúde do paciente. Com a leitura do ritmo dos pulsos é possível diagnosticar cerca de 95% das enfermidades, inclusive psicológicas. A informação dada por eles é precisa como um computador. Para lê-los, é necessária muita experiência.

E depois, como realiza a cura?
R – Com as mãos, o olhar e preparados de plantas e minerais.

Segundo a medicina tibetana, qual é a origem das doenças?
R – Nossa ignorância.

Então, perdoe a minha, mas o que entender por ignorância?
R – Não saber que não sabe. Não ver com clareza. Quando vemos com clareza, não temos que pensar. Quando não vemos claramente, colocamos o pensamento para funcionar. E, quanto mais pensamos, mais ignorantes somos, mais confusão criamos.

Como posso ser menos ignorante?
R – Vou ensinar um método muito simples: praticando a compaixão. É a maneira mais fácil de reduzir os pensamentos. E o amor. Se amamos alguém de verdade, se não o queremos só para nós, aumentamos a compaixão.

Que problemas percebe no Ocidente?
R – O medo. O medo é o assassino do coração humano.

Por quê?
R – Porque, com medo, é impossível ser feliz e fazer felizes os outros.

Como enfrentar o medo?
R – Com aceitação. O medo é resistência ao desconhecido.

Como médico, em que parte do corpo vê mais problemas?
R – Na coluna, na parte baixa da coluna: as pessoas permanecem sentadas tempo demais na mesma posição. Com isso, se tornam rígidas demais.

Temos muitos problemas.
R: Acreditamos ter muitos problemas, mas, na realidade, nosso problema é que não os temos.

O que isso quer dizer?
R – Que nos acostumamos a ter nossas necessidades básicas satisfeitas, de modo que qualquer pequena contrariedade nos parece um problema. Então, ativamos a mente e começamos a dar voltas e mais voltas sem conseguir solucioná-la.

Alguma recomendação?
R – Se o problema tem solução, já não é um problema. Se não tem, também não.

E para o estresse?
R – Para evitá-lo, é melhor estar louco.

???
R – É uma piada. Mas não tão piada assim. Eu me refiro a ser ou parecer normal por fora e, por dentro, estar louco: é a melhor maneira de viver.

Que relação o senhor tem com sua mente?
R – Sou uma pessoa normal, penso o tempo todo. Mas tenho a mente treinada. Isso quer dizer que não sigo meus pensamentos. Eles vêm, mas não afetam nem minha mente, nem meu coração.

O senhor ri muito?
R – Quando alguém ri nos abre seu coração. Se você não abre seu coração, é impossível entender o humor. Quando rimos, tudo fica claro. Essa é a linguagem mais poderosa que nos conecta uns aos outros diretamente.

O senhor acaba de lançar um CD de mantras com base eletrônica, para o público ocidental.
R – A música, os mantras e a energia do corpo são a mesma coisa. Como o riso, a música é um grande canal para nos conectar com o outro. Por meio dela, podemos nos abrir e nos transformar: assim, usamos a música em nossa tradição.

O que gostaria de ser quando ficar mais velho?
R: Gostaria de estar preparado para a morte.

E mais nada?
R – O resto não importa. A morte é o mais importante da vida. Creio que já estou preparado. Mas, antes da morte, devemos nos ocupar da vida. Cada momento é único. Se damos sentido à nossa vida, chegamos à morte com paz interior.

Aqui vivemos de costas para a morte.
R: Vocês mantêm a morte em segredo. Até que chegará um dia em sua vida em que já não será um segredo: não será possível escondê-la.

E qual o sentido da vida?
R – A vida tem sentido e não tem. Depende de quem você é. Se você realmente vive sua vida, então a vida tem sentido. Todos têm vida, mas nem todos a vivem. Todos temos direito a sermos felizes, mas temos que exercer esse direito. Do contrário, a vida não tem sentido.

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Eu me perdoo

De todos os perdões,
o mais difícil é aquele que nos devemos,
perdoar a nós mesmos é a porta para todos os outros.

Casciano Lopes

quinta-feira, 14 de julho de 2016

Em busca de cura

Percebe que quando temos um cantinho de unha machucado, um dedo ferido, é justamente esse dolorido que enfiamos nas quinas dos móveis e em qualquer objeto que formos alcançar?
Também é assim quando os sentimentos estão frágeis e as cicatrizes emocionais latejam, os dedos alheios parecem cavucar o ferimento, com qualquer palavra ou atitude nos despertamos a doer...
Não há propósito nestes casos, não é sempre uma escolha ferir duas vezes a mesma ferida, é uma questão de sensibilidade localizada nos alertando para a necessidade de cura.

TH Casciano de Almeida Lopes